Os livros de filosofia costumam carregar a fama de serem difíceis. Nós, o público leigo, costumamos pensar neles como longas digressões sobre coisas muito abstrusas numa linguagem que as torna ainda mais inacessíveis. Embora essa imagem, na maioria das vezes, seja falsa, sendo apenas o caso de que não damos a esses livros a chance devida para nos seduzirem e nos aprisionarem, no caso de "Ser e tempo", de Heidegger, aquele estereótipo do texto truncado, que nos causa dor de cabeça e desespero durante a leitura, não está longe da verdade. Heidegger era um gênio, sem dúvida, com idéias revolucionárias e robustas, mas não era um autor particularmente preocupado em fazer-se entender fora do círculo de filósofos profissionais que conviviam com ele. Por isso, sua linguagem, excessivamente abstrata e parcamente ilustrativa, representa um obstáculo real na tarefa de acesso à sua filosofia. Gostaria, se possível, de prestar aqui uma humilde contribuição a essa tarefa, introduzindo de m...
Comentários
Agora, só um bom carbenet para acompanhar esse momento aurático ;)
E TE APROVAM! \o/\o/\o/\o/\o/
Aeaeaeeeeeee, prof! Parabéns! /o/
Agora é saber qual escolher, né? Aparentemente, o Rio está indo com tudo também e, bom, continuamos a torcer sempre, não? =D
Mais uma vez parabéns, prof. Quero ser que nem o senhor quando eu crescer! *_*